OS POSITIVOS

wallowing

No seguimento da nomeação à Melhor Publicação Nacional com Distribuição Alternativa: sem seguimento. Impressões rápidas e curiosidade saciada, fica-nos uma iniciativa intencionada à divulgação de bd repetida vezes suficientes ao ano para cobrir um leque variado de obras. Venham mais.

Mas aproveitamos e interrompemos a interrupção da programação habitual para memória enviesada em outros tópicos que nos parecem paralelos: a inconveniência de perguntar, o espreitar atrás da cortina, a vontade de saber. O "porque algo é como é e não ao contrário" um mantra da casa, desesperamos quem nos conhece com alternativas em contraponto a todos os cenários que nos servem. Em abstrações, e com refúgio na crítica alheia: o crítico do crítico do crítico como método, a re-escrita a intenção, o gostinho de cair no hábito o perigo:

And isn’t every book a rewriting of someone else’s? And every picture too, come to that. Literature is, after all, meant to be improving. And some people think they can always improve on what someone else has written or painted or drawn. They’re forever looking to pick holes or find mistakes. There are even some critics who think it is their job to swan about the place correcting mistakes and eliminating errors.
in "Confessions of an art critic: I can't believe the things I write in my notebooks" 28 abr 2020

Culpados, em grau. E de preferências conhecidas. O título do artigo "Confessions of an art critic: I can't believe the things I write in my notebooks" 28 abr 2020, o cite a destacar este:

If you don’t have a notebook, you can always write in the margins or the insides of the covers. It would teach brevity. Art catalogues often have wide margins, which gives one a bit more leeway.
in "Confessions of an art critic: I can't believe the things I write in my notebooks" 28 abr 2020

Se a arte é boneco-em-sequência, as margens fazem parte e é nessas que OS POSITIVOS chafurdam melhor. Ao aprimorar dessa arte, brodas!

próximo