OS POSITIVOS

maturação

Walter Benjamin, dizíamos. Da primeiríssima vez que ouvimos o seu nome arrebitámos atenção e espreitámos ao estrado, exclusivamente pela casualidade do par de substantivos enunciados. Suspensos nessa curiosidade suspirámos por qualquer significado além do arbitrário, divagámos em coincidências, instantes antes de voltarmos a enterrar cabeça em rabiscos e dizeres depressivos, talvez um dos mais repetidos em qualquer superfície que calhássemos a encostar caneta com agravação, happy people suck”. Poucos professores conseguiam sacudir-nos do estupor que nos dominava, menos do que diziam seria mais tarde revisitado em leituras solitárias, entre as quatro paredes da sala de aula toda a nossa razão de ser estava dependente dos humores daquela que se tornaria a nossa parceira para os próximos 22 anos (*) & countin’.

*) Excepto se a conta está errada, então acaba já tudo porque gaijas não perdoam aniversários fora de data com a mesma intensidade que gajos não decoram nenhuma 😊. E nota preventiva aos wee ones que começam a tornar-se argumentativos e sofisticados nas suas reivindicações quando lhes dispara o sentido de injustiça: o papá sempre teve boas notas e nunca chumbou (a) nada. K?, se estava distraído nas aulas e entusiasticamente lançado num desalentado profundo é porque estava a cismar, embora então não o soubesse, para que vcs pudessem daí a muitos anos, existir.

My point being: vcs têm boas notas (*) "Boas notas": não significa cedência a programas. O nosso filosofo cultural para hoje "failed his exams by being too smart for his examiners", um exemplo a seguir desde que não se imaginem demasiado espertos para este vosso examinador pessoal, o mais crítico que alguma vez vão ter. Depois da mamã, claro., não me ouvem um piu sobre comportamentos. We-good?

Vinte e dois anos são-nos um número redondo particular, oficialmente neste planeta há igual tempo – é fazer as contas, senhores – sem e com a megababe dragonlady mommabear e cada ano somado adiante trar-nos-á à estranha condição de vivermos há mais tempo com ela do que alguma vez fomos sem ela.

Divagamos? Não. Preâmbulamos,

Benjamin advocates a method which lacks an ‘uninterrupted purposeful structure’, relies on digression, and constantly re-thinks new beginnings by returning to its goal ‘in a roundabout way’. The work is to be like a mosaic, composed of ‘fragments of thought’ indirectly related to the guiding theme. A modern reader might conclude that Benjamin was trying to torment the fixation on methodology exhibited by modern scholars. Actually, he -
in "An A to Z of Theory | Walter Benjamin and Critical Theory" 4 abr 2013

Actually, sabem onde estamos em modernos escolares e outros tormentos, como já nos conheciam método e tenacidade onde nos toca. E com mais esta peça do nosso eterno puzzle, no oposto de estruturas intencionalmente ininterruptas com estruturas intencionalmente rompidas, seguiremos aos ...Previouslyno pun intended – com comentário aos três últimos publicados, há três anos atrás.

método