OS POSITIVOS

revolução reformada

As manchetes falavam na semana passada de uma "revolução" no SNS — o governo, mais cauteloso, elegeu "reforma" porque socialistas apenas em nome e conscientes da carga das palavras. Desnecessário, uma revolução descreve igualmente o completar de ciclo para retorno ao ponto inicial. Não vimos recentemente o Primeiro num discurso inflamado sobre a importância de se ser moderado? Continuamos a assistir aos cuidados paliativos da saúde - e educação, e cultura, e que mais há que justifique um Estado? - e agora também assistem os jovens com soluções ao lado de tudo o que realmente importa. Entretanto a economia recomenda-se, só não para todos: a inflação (ie, lucros de certas empresas) justificam novas rendas para extrair às massas (pun!), e não foi sempre assim? Esta semana a Europa apresentou um pacote "revolucionário" (de leis) para enfrentar o G6 grupo dos seis: Alphabet (Google), Amazon, Apple, ByteDance (TikTok), Meta (Facebook et al), Microsoft. Porque, "privacidade", mas traduzam "$$$". Acordem-me quando subirem as guilhotinas e cabeças começarem a rolar praça abaixo (pun & pun).

♪ Nunca bu ka foi ma ki mi bu cá ta compram ku kel bu dinhero ♪
♪Ami ta fazi dmeu só po da de bh ke pá ser sincero! ♪

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