OS POSITIVOS

goddamnit

Subjacente ao estado da arte que DI & PM debatem encontrarão uma crítica às redes sociais. Well. Funny thing ‘bout that.... Quando PM nos diz que colocará uma divulgação à peça no seu sítio metemos essa no “that’s nice” e seguimos para outras paragens. Ainda a arrumar o nosso e fechar pontas soltas, o dashboard começa a acusar hits de Twitter: sorrimos, ó, a ironia. Mas a piada esmoreceu na manhã seguinte com o alerta para o qual acordámos.

Seguem-se suposições que não podemos comprovar techwise, mas pela coincidência de timmings e algumas pistas nos reports, julgamos poder apontar origens às quais endereçar custos.

social blip: 3rd day and countin'

Como ler o gráfico: sessões a verde, visitas únicas a azul, retornos a diarreia. Verdes iguais a azuis sem castanhos são os orgânicos diários de quem vem ao engano e rapidamente se retrata :)

Somos do tempo que uma crítica no LerBD 26 maio 2021 reencaminhava umas quatro ou seis almas desprevenidas aos P+. Nunca mais de uma dezena, que, perdoem-nos, é fofinho. Cozy. São números com os quais convivemos bem, o tráfego que privilegiamos neste espaço. Noutros projectos, outros intuitos, um flash de uns quantos milhares de hits em poucas horas é o objectivo pretendido, se nunca mais voltam não interessa ao menino jesus. NOS POSITIVOS, outra natureza, alegramos-nos com 1 visitante novo por semestre (!) que mais tarde retorne e torna-se regular a seu tempo, a 100 curiosos ao dia. Os P+: é uma viagem para a vida, fuck them other guys & gals. Pela natureza sensível dos dizeres do seu criador (contrariamente à opinião popular, este é uma pessoa super-sensível, ver: what-tha-fuck que leem agora...), temos inclusive um botão nuclear para explodir o sítio quando este atrai demasiada atenção, todo ele substituído por uma página que rapidamente incentiva essas visitas a desaparir de volta para onde vieram.

Ora,

Estivemos na iminência de puxar o trigger porque PM jumped that trigger. O alerta acusou um boom exponencial de visitas durante a noite que não esmoreceram de manhã, e ao twitter somaram-se muitos mais acessos do FB, juntando insulto à injury.

O LerBD não mudou: continua a remeter os mesmos números, que comparados às multidões do TwT e FB encavalitam-se a uns poucos pixéis de altura quase imperceptíveis num (outro) gráfico de barras. Felizes pelo PM que packs esse punch com as suas redes sociais (*) Em retrospectiva, nos dezasseis anos de aulas e a multitude de cadeiras por onde nos castigávamos passaram-nos para cima de um milhar de jovens universitários: se nos seguissem nas redes geravam um firepower webiano de respeito... perdão, exposição, exposição de respeito, isso., e cimenta-nos conclusões no tema deste estado da arte. Mas, o oposto deste nosso espaço: queremos os fews, não a turba. Se deste tráfego ficar alguém real, então xuxu.

E, cof-cof, começa a ser uma tendência: cada vez que abrimos a terceiros o interesse explode. Not laughing.

Mas riremos por último. Quando os links cairem da timeline os hits curiosos morrem: planeamos esta peça como sleeping hit, algo que só melhora com o tempo. Hélas meteram o benchmarking lá em cima para arranque.