OS POSITIVOS

mas ideias temos algumas

Break a recordar que não há limites ao que detestamos nOS POSITIVOS. Vamos reformular: não há limites ao que os P+ detestam, mas levam pontos pela insinuação. Any-hoos: os a) cómicos estão sem dúvida num campeonato à parte e voltaremos a eles em acelerado brevemente, mas há que espalhar o love around para ninguém ficar sentido. Hoje e comodamente resumidos aos 5 segundos que nos vão dar ao tema: b) tecnologia e c) jornalismo.

"No, technology does not help #democracy. It empowers the already powerful and diminishes the governed" dizem-nos dum report que "surveyed hundreds of technology experts about whether or not digital disruption will help or hurt democracy by 2030", no qual a maioria dos experts consultados concorda que...:

Technology will mostly weaken core aspects of democracy and democratic representation in the next decade.
in "How screwed are we? Experts don’t see a bright future for technology’s impact on democracy (or journalism) 24 fev 2020

Pouco optimistas com causa própria, escolhemos de entre estes "industry professionals and thought leaders" - ah, os lideres profissionais do pensamento... - para marcar ao registo na timeline de promessas usurpadas o primeiro resumo no Nieman Lab com um cite do senior design researcher at the Wikimedia Foundation e as três razões apontadas: i) o uso de redes sociais (ie, desinformação e manipulação da opinião pública); ii)plataformas proprietárias, "profit-driven", que recolhem e vendem informação sobre os seus utilizadores - ou, redes sociais :) iii)a tendência crescente para a vigilância por "state actors" através de, vocês sabem, as duas acima. Aos artistas que acham cómodo pôr bonecos e ikes no insta-whass-is-face: u guys 'r idiots.

No título da peça equiparam democracia e! jornalismo. Vocês sabem: as outras plataformas proprietárias profit-driven de desinformação ao serviço do estado (das coisas), segway a acrescentar à laia do contraditório um outro desabafo recente em profissionais do pensamento, mesmo dia outro outlet:

what is going on in the pages of the newspapers and in the studios of the 24-hour news networks is sometimes as confusing as the news they are reporting
Journalism was supposed to save us. They promised. Much was made of the ability of the fourth estate to shorten the reign of corruption, to protect the public. It hasn’t really worked out that way, and the increasingly unhinged rhetoric of the opinion-havers and the public faces of news networks does little to restore our faith. Instead, the media rebranded, ta-da. Journalism has become a well-gate-kept little bubble, if bubbles were created out of ignorance and contempt for what lay outside of them instead of just soap. And unlike soap bubbles, so easily pricked and burst, the walls of the ideological bubbles of our professional class are nearly impenetrable.
in "The American media elite has learned nothing from 2016. It will only get worse." 24 fev 2020

Quer numa quer noutro, parece que só vos resta rollar-ou-fingir-de-morto. Escolhemos opção número 3. Com essa regressaremos aos cómicos next.

vrumm-vrumm